1705110 origO desenvolvimento do primeiro laser terapêutico ocorreu na decada de 60, sendo seguido por diversas pesquisas de regeneração tecidual em modelos animais com uma taxa de sucesso de 85%. Durante as décadas de 70 e 80 a popularidade da laserterapia de baixa intensidade cresceu, principalmente na Europa e Asia, decorrente da modernização dos aparelhos, que se tornaram portáteis, com alto poder de penetração tecidual, e diversificação das amplitudes de onda que permitiu o tratamento de lesões e desordens musculo-esqueletais, neuro musculares, além de processos inflamatórios por trauma cirúrgico ou não. 

Os efeitos terapêuticos do laser ocorrem por fotobioestimulação celular. De forma simplificada, o laser emite luz vermelha e infravermelha em comprimento, potência e tempo epecíficos, no intuito de promover estimulação celular e resposta bioquímica do tecido, permitindo que as células retomem padrões fisiológicos, acelerem o reaparo ou promovam o alívio da dor, dentre outros efeitos terapêuticos.

A laserterapia de baixa potência apresenta diversas utilidades na odontologia, e principalmente na cirurgia bucomaxilofacial e disfunção temporomandibular, dentre elas:
  • Melhora de edema pós operatório
  • Melhora da dor pós operatória
  • Melhora da resposta imunológica
  • Redução das doses de medicamentos necessários para conforto pós operatório
  • Melhora da parestesia (sensação de dormência ocasionada por lesão de tecido nervoso)
  • Tratamento de DTM e dor orofacial 
  • Tratamento de aftas
  • Melhora da resposta biológica relacionada a implantes dentários 
  • Melhora da resposta biológica a enxertos ósseos
  • Redução de sensibilidade dentária após tratamentos ortodônticos ou restauradores
De forma resumida, a laserterapia na odontologia trabalha com 3 pilares terapêuticos: Controle/Tratamento de doenças; Controle/Alívo da dor; Devolução de forma/função

Quando aplicado de forma adequada, a laserterapia permite recuperação rapida e com maior comodidade ao paciente. 

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